sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Espírito do selo...


O Zé Viegas do blog 1000 conversas, teve a gentileza de me oferecer este selo! Obrigado Zé!

http://1000conversas.blogspot.com

Texto do bolg 1000 conversas

Aqui a Amy até que está sóbria...! ou não...!

O espirito da coisa é, que este selo representa todo espaço que de uma forma ou outra traduz um pouco das loucuras de seus/suas escritores/as. Esse espaço que temos pra mostrar ao mundo, os nossos momentos de loucura, curiosidades, entretenimento, desabafos...


Tem que se escolher 11 blogs. E avisar nos respectivos blogs.

Peço desculpa, mas por falta de tempo, deixo só o aviso nos respectivos blogs.

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Uffa!!! Está tudo bem!




Fui à consulta de oncologia hoje, e felizmente está tudo bem!!!
Já posso respirar fundo, e dormir melhor graças a Deus.

Tenho peso a mais, o que não é novidade, e o colesterol alto... ouvi quase um raspanete da médica em relação ao aumento de peso, e vou ter de repetir a análise para ver se o malandro do "kastrol" desce.

Agora é fazer exercício malhação prá frente, comer como os grilos, passar fomita, bater sola, e abanar o capacete, quando lá voltar em Julho a Dra nem me reconhece...
Aumentei de peso desde que fiz a quimio 14 kg...

A partir de amanhã começo a dieta!!! Desta vez vou ter de me esforçar!
Tenho que ter muita força de vontade, afinal é para bem da minha saúde...

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Rosa,Esperança




Teatro

Esta é a imagem da pré-campanha de divulgação da nossa peça "Rosa Esperança".


Este trabalho é da autoria da nossa amiga Maysa que também quis colaborar apesar de viver no Brasil... A Maysa, também sofre e luta para vencer o cancro!
Obrigado Maysa! Tudo de bom para ti!

O blog da Maysa:http://donasdalingua.blogspot.com


Mais informações no blog:http://equemnaotemcao.blogspot.com

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Entrevista à Gazeta das Caldas

23/01/2009

Caldense em palco para contar experiência do cancro da mama
por Natacha Narciso

A caldense Alda Caetano é uma das actrizes numa peça sobre o cancro da mama, que está a ser ensaiada em Rio Maior e que tem estreia marcada para Abril.

O elenco inclui oito actrizes de todo o país que venceram esta doença e que se conheceram através da blogosfera. Esta experiência, assim como o percurso de cada uma destas participantes, dará origem a um livro que será lançado no final do ano. O encenador Rui Germano gostaria que a peça fosse apresentada nas Caldas e noutras localidades do país.


São oito mulheres das Caldas, Lisboa, Ovar e de Rio Maior que se reúnem aos domingos à tarde para ensaiar no Cineteatro daquela última localidade. Têm algo em comum: todas tiverem cancro da mama. Uma delas é Alda Caetano, natural de Alcobaça, mas caldense por adopção desde há 38 anos.

“Quando nos é feito o diagnóstico da doença há uma corrida à informação”, recordou Alda Caetano, relembrando que foi através da internet que se informou e encontrou outra mulheres que se encontravam a viver o mesmo problema e que criaram blogues como Amigas do Peito e Amigas do Coração. Foi também através da blogosfera que receberam o convite do encenador Rui Germano, de Rio Maior para integrar este projecto teatral.

Os primeiros contactos com o responsável decorreram em Setembro último e as participantes na peça têm desenvolvido “uma amizade verdadeira”.

Por ser um grupo grande, o encenador de Rio Maior veio propor a realização de uma peça de teatro com a intenção de passar para o palco o drama desta doença.

Os ensaios decorrem aos Domingos no Cine-Teatro de Rio Maior e o projecto tem chamado a atenção dos meios de comunicação social regionais e nacionais, tendo sido falado em programas de televisão.

Alda Caetano diz que vai ser escrito um livro que conta a história de cada um dos participantes deste elenco.

A peça terá como protagonista uma personagem fictícia que contará “um pouco da história de todas nós”. Alda Caetano tem a certeza que o espectáculo será um sucesso uma vez que “passará uma mensagem de esperança - o cancro é terrível mas hoje já se consegue lidar com a doença e aprender a viver com essa sombra”.

O encenador diz que esta peça será estreada a 4 de Abril e as primeiras apresentações decorrerão no Cineteatro de Rio Maior nesse sábado à noite e também na tarde de domingo. “Gostava que este espectáculo se tornasse itinerante e que pudesse ser apresentado nas Caldas”, disse o responsável.

A mãe de Rui Germano também conseguiu ultrapassar esta doença há 26 anos, “numa época em que não se falava tão abertamente do cancro”. Depois de terem falecido duas amigas por causa desta doença, Rui Germano decidiu levá-la ao palco. A peça “pretende chamar a atenção de todos para a importância do esclarecimento, do diagnóstico precoce e para a desmistificação do cancro da mama”.

Além de encenador, Rui Germano é advogado e vereador (sem pelouro) da oposição na Câmara de Rio Maior.

Criar um núcleo de apoio nas Caldas

Alda Caetano tem 56 anos e venceu a doença que lhe foi diagnosticada em Julho de 2006. No mês seguinte foi operada tendo feito uma mastectomia. Passado um mês começou a fazer quimioterapia, mas teve como efeito secundário uma grave inflamação na garganta que conseguiu depois superar.

“Quando se é confrontado com a doença, o melhor é aceitar. Os médicos fazem o resto”, disse Alda Caetano acrescentando que ajuda viver com calma, optimismo e fazendo uma boa alimentação e exercício físico.

“Deixo aqui o apelo a todas as mulheres para que façam o rastreio. Se eu fosse descuidada, se calhar já não estava cá…”, comentou a caldense, que não falha a rotina dos exames anuais para verificar se está tudo bem.

O optimismo de Alda Caetano acaba por dar ânimo e ajudar os outros e é uma activa voluntária, quer no Hospital das Caldas, quer em eventos como Um Dia pela Vida, que em 2007 trouxe às Caldas um conjunto de actividades relacionadas com o combate ao cancro.

“É assustadora a forma como a doença está a aparecer em gente cada vez mais nova”, disse, preocupada, Alda Caetano.

O seu dinamismo é notado e por isso tem a promessa de responsáveis de entidades como a Liga Portuguesa contra o Cancro e de associação Vencer e Viver de abrir um núcleo de apoio a mulheres que sofrem de cancro da mama nas Caldas. “Ainda não conseguimos foi arranjar um espaço”, lamentou. Esse núcleo, diz, seria muito importante porque quando se tem esta doença, “sente-se sobretudo falta de apoio psicológico”.

Somos notícia... no Mirante, e Gazeta das Caldas!


Gazeta das Caldas


Jornal o Mirante de Santarém

Artigo de destaque na primeira página muito bem escrito.




Gazeta das Caldas Online.
http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=24720

Hoje recebo um e-mail logo de manhã da minha amiga Isalenca, com esta noticia da Gazeta das Caldas.
Obrigado, por todas as informações que nos dás! Estás sempre atenta, e solidária.

Eu tinha dado a entrevista à dois meses, e nem sabia ao certo quando saía.
Gostei imenso do do artigo escrito pela jornalista Natacha Narciso, focou todos os pontos mais importantes.

A peça de Teatro "Rosa Esperança" vai ser com toda a certeza, um meio de divulgação para a importância de fazer a apalpação e o rastreio do cancro da mama.

Mais informações no blog:

http://equemnaotemcao.blogspot.com

Artigo Jornal Mirante:

Encenador Rui Germano prepara "Rosa Esperança” em Rio Maior.Primeiro foi a mãe. Ultrapassou um cancro da mama há 26 anos. Depois a amiga Cláudia partiu muito cedo. “Rosa Esperança”, uma peça de teatro encenada por Rui Germano, conta histórias reais de sete mulheres que enfrentaram a doença e vai ser apresentada em Rio Maior. Um jovem encenador de Rio Maior, advogado de profissão, está a preparar um espectáculo de teatro baseado em histórias reais de mulheres que enfrentaram o cancro da mama. Rui Germano, 37 anos, é o “comandante”, como lhe chamam nos ensaios que decorrem no Cine-Teatro de Rio Maior aos domingos. Elas são sete mulheres com histórias diferentes, mas com uma coisa em comum: o cancro da mama.O projecto do grupo, "Quem Não Tem Cão" arrancou em Outubro e vai estrear a 4 de Abril na cidade. Qualquer semelhança com a realidade é intencional. A base é real, mas as experiências estão baralhadas propositadamente. “Realidade e a ficção estão de tal forma embrulhadas que nós próprios já temos dificuldade em perceber se isto foi mesmo assim ou não”, diz o encenador que reuniu as histórias de “Rosa Esperança”. Rosa, nome de mulher e da luta contra o cancro da mama. “Esperança porque é aquilo que todas as mulheres têm quando iniciam este processo”, diz o encenador. A história relata a evolução da doença. A descoberta, a ida ao médico, o medo do diagnóstico, o internamento, a cirurgia e os tratamentos. “Não há aqui traição, nem nem amor, nem suspense”, avisa o encenador.O texto ainda não está pronto. É um processo em aberto. Uma espécie de laboratório. Todas as semanas há alguém que propõe uma alteração. “A doença fez-me renovar o guarda-roupa”, ensaia Carla Pedro, uma jornalista de 40 anos, residente em Lisboa, a quem o cancro bateu a porta. “O que aconteceu comigo foi que me apercebi da minha mortalidade. E além disso engordei 18 quilos por causa dos tratamentos e tive mesmo que comprar roupa”, diz arrancando gargalhadas entre o grupo.O humor ajuda a afastar as recordações de um processo doloroso. Como a quimioterapia. “Quando me avisaram que me cairia o cabelo foi o meu marido que disse que me cortava o cabelo. Virei-me para a banheira. Chorava eu e chorava ele”, relata Lina Pereira, 43 anos, residente em Alverca. “As pessoas dizem-me: Lina estás mais bonita do que eras antes”. Ouvem-se frases soltas. De sorrir. E chorar. Saem da peça. Mas são verdades da vida real. “Hoje é um dia, amanhã é outro”.As mulheres são bancárias, professoras, esteticistas, jornalistas e empresárias. De Rio maior, de Alcobaça, Lisboa e Ovar. Conheceram-se num blog (http://superglamorosas.blogspot.com/) criado por uma amiga do encenador que acabou por falecer. Cristina Jordão, 41 anos, bloguista, também viveu de perto a doença da amiga e ajudou a reunir o grupo. “Elas não são actrizes nem querem ser actrizes. São mulheres normais que têm em comum o facto de terem tido cancro da mama”, diz Rui Germano. Quem não faz parte do elenco participa de outra forma.A Claúdia, os amigos nunca lhe levaram flores. Compravam-lhes antes vernizes das cores preferidas, recorda Cristina Jordão. Há uns silêncios, que só elas percebem, uns sorrisos e uma lágrima no olho que é mais importante que qualquer palavra. “Essa cumplicidade, aproximação e generosidade é que é importante”. E o que era um projecto só para mulheres com cancro da mama, já tem a participação de alguns maridos. “Os homens participam “isto de uma forma silenciosa. O cancro da mama não é uma doença individual. É uma doença da família”, explica o encenador que há 26 anos acompanhou o processo de doença da mãe (ver caixa).O projecto não acaba com a peça. Há uma ideia para um livro e uma digressão que o grupo quer que aconteça, tal como um ciclo de sessões fotográficas. No quadro final elas vão ser vestidas por sete costureiros portugueses. “Elas querem que sejam homens”, anuncia Rui Germano a quem interessa passar a mensagem destas mulheres utilizando o teatro. Cacilda ou uma história de sucesso. Foi há 26 anos. Em Agosto. Cacilda Germano sentiu um nódulo e procurou o médico. Encaminharam-na para o IPO. “Na altura isso era sinónimo de cancro e de morte”, diz Cacilda Germano, hoje com 68 anos. Menos de quatro meses depois estava a ser operada. Mas a intervenção não foi fácil. A família foi o porto de abrigo. Mais de duas décadas depois está bem de saúde para contar a história. A empresária do ramo avícola, residente em Rio Maior, é a mãe do encenador de “Rosa Esperança”. E foi literalmente um dos motores da ideia.“Estão a ser muito falados casos envolvendo figuras públicas. Diz-se que o cancro da mama é uma doença, mas que é uma questão de tempo e que se ultrapassa, mas infelizmente não é assim. Há pessoas que não conseguem ultrapassar. Felizmente é uma minoria”, ressalva Rui Germano que acompanhou o processo de uma amiga que não conseguiu vencer a doença. “O cancro da mama não é uma constipação”.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Para vós com amor!!!






Para vós com amor!!!

Vencem na vida os que a encaram com permanente optimismo.

Vencem sempre os que sabem lutar, sem perder a direcção da vitória.

Vencem aqueles que começam a luta pensando que, por mais árdua que seja, os leva ao termo do que se propuseram, sem pensar em derrotas.

Vencem aqueles que não desanimam em face das dificuldades e para os quais os obstáculos servem de degraus para a subida e para a consecução do objectivo.


Um beijinho de Luz! Força!!! Força!!! Força!!!

Cancro (técnica inovadora) IPO Porto

Cancro: IPO/Porto aplicou 186 vezes técnica inovadora que evita traqueotomia em tumores na faringe e laringe
Porto, 20 Jan (Lusa) - O Instituto de Oncologia do Porto já recorreu 186 vezes a uma cirurgia endoscópica com laser que evita a traqueotomia em portadores de tumores na faringe e laringe, disse hoje à Lusa o responsável pela introdução desta técnica em Portugal.
Lusa
11:00 Terça-feira, 20 de Jan de 2009
Porto, 20 Jan (Lusa) - O Instituto de Oncologia do Porto já recorreu 186 vezes a uma cirurgia endoscópica com laser que evita a traqueotomia em portadores de tumores na faringe e laringe, disse hoje à Lusa o responsável pela introdução desta técnica em Portugal.

Estes resultados foram hoje avaliados no IPO/Porto por Eduardo Breda, com a colaboração do alemão Wolfgang Steiner, otorrinolaringologista que conceptualizou e introduziu esta técnica na década de 80.

"Nos casos precoces, temos muito bons resultados. Mais de 90 por cento dos doentes permaneceram vivos", disse hoje Eduardo Breda em declarações à agência Lusa.

"Nos casos adiantados, infelizmente a técnica não evita que o doente acabe por falecer, mas dá-lhe muito melhor qualidade de vida, na medida em que continua a poder comunicar com a família", referiu o especialista.

Anteriormente, este tipo de cirurgias implicava a realização de uma traqueotomia, ou seja, um orifício que permitia que as pessoas respirassem, "mas impedia-as de falar", realçou Breda.

No IPO/Porto, pioneiro em Portugal neste tratamento, a técnica está a ser aplicada desde 2005.

Estes tumores malignos nas vias aerodigestivas (faringe e laringe) representam cerca de cinco por cento do total de tumores que atingem a população, anualmente, em Portugal.

JGJ.

Lusa/fim